8 de out de 2010

Série:AVIVAMENTO 5 - FOGO DE DEUS

Série:AVIVAMENTO 5 - FOGO DE DEUS 


BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

At 1.5 "Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias." (Atos 1. 5)

Uma das doutrinas principais das Escrituras é o batismo no Espírito Santo (ver 1.4 nota sobre "batismo no”, ao invés de "batismo com", o Espírito Santo). A respeito do batismo no Espírito Santo, a Palavra de Deus ensina o seguinte:

(1) O batismo no Espírito é para todos que professam sua fé em Cristo; que nasceram de novo, e, assim, receberam o Espírito Santo para neles habitar (ver o estudo A REGENERAÇÃO DOS DISCÍPULOS

(2) Um dos alvos principais de Cristo na sua missão terrena foi batizar seu povo no Espírito (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.33). Ele ordenou aos discípulos não começarem a testemunhar até que fossem batizados no Espírito Santo e revestidos do poder do alto (Lc 24.49; At 1.4,5,8).

(3) O batismo no Espírito Santo é uma obra distinta e à parte da regeneração, também por Ele efetuada. Assim como a obra santificadora do Espírito é distinta e completiva em relação à obra regeneradora do mesmo Espírito, assim também o batismo no Espírito complementa a obra regeneradora e santificadora do Espírito. No mesmo dia em que Jesus ressuscitou, Ele assoprou sobre seus discípulos e disse: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20.22), indicando que a regeneração e a nova vida estavam-lhes sendo concedidas (ver o estudo A REGENERAÇÃO DOS DISCÍPULOS). Depois, Ele lhes disse que também deviam ser “revestidos de poder” pelo Espírito Santo (Lc 24.49; cf. At 1.5,8). Portanto, este batismo é uma experiência subseqüente à regeneração (ver 11.17 nota; 19.6 nota).

(4) Ser batizado no Espírito significa experimentar a plenitude do Espírito, (cf. 1.5; 2.4). Este batismo teria lugar somente a partir do dia de Pentecoste. Quanto aos que foram cheios do Espírito Santo antes do dia de Pentecoste (e.g. Lc 1.15,67), Lucas não emprega a expressão “batizados no Espírito Santo”. Este evento só ocorreria depois da ascensão de Cristo (1.2-5; Lc 24.49-51, Jo 16.7-14).

(5) O livro de Atos descreve o falar noutras línguas como o sinal inicial do batismo no Espírito Santo (2.4; 10.45,46; 19.6; ver o estudo O FALAR EM LÍNGUAS).

(6) O batismo no Espírito Santo outorgará ao crente ousadia e poder celestial para este realizar grandes obras em nome de Cristo e ter eficácia no seu testemunho e pregação (cf. 1.8; 2.14-41; 4.31; 6.8; Rm 15.18,19; 1Co 2.4). Esse poder não se trata de uma força impessoal, mas de uma manifestação do Espírito Santo, na qual a presença, a glória e a operação de Jesus estão presentes com seu povo (Jo 14.16-18; 16.14; 1Co 12.7).

(7) Outros resultados do genuíno batismo no Espírito Santo são: (a) mensagens proféticas e louvores (2.4, 17; 10.46; 1Co 14.2,15); (b) maior sensibilidade contra o pecado que entristece o Espírito Santo, uma maior busca da retidão e uma percepção mais profunda do juízo divino contra a impiedade (ver Jo 16.8 nota; At 1.8 nota); (c) uma vida que glorifica a Jesus Cristo (Jo 16.13,14; At 4.33); (d) visões da parte do Espírito (2.17); (e) manifestação dos vários dons do Espírito Santo (1Co 12.4-10); (f) maior desejo de orar e interceder (2.41,42; 3.1; 4.23-31; 6.4; 10.9; Rm 8.26); (g) maior amor à Palavra de Deus e melhor compreensão dela (Jo 16.13; At 2.42) e (h) uma convicção cada vez maior de Deus como nosso Pai (At 1.4; Rm 8.15; Gl 4.6).

(8) A Palavra de Deus cita várias condições prévias para o batismo no Espírito Santo. (a) Devemos aceitar pela fé a Jesus Cristo como Senhor e Salvador e apartar-nos do pecado e do mundo (2.38-40; 8.12-17). Isto importa em submeter a Deus a nossa vontade (”àqueles que lhe obedecem”, 5.32). Devemos abandonar tudo o que ofende a Deus, para então podermos ser “vaso para honra, santificado e idôneo para o uso do Senhor” (2Tm 2.21). (b) É preciso querer o batismo. O crente deve ter grande fome e sede pelo batismo no Espírito Santo (Jo 7.37-39; cf. Is 44.3; Mt 5.6; 6.33). (c) Muitos recebem o batismo como resposta à oração neste sentido (Lc 11.13; At 1.14; 2.1-4; 4.31; 8.15,17). (d) Devemos esperar convictos que Deus nos batizará no Espírito Santo (Mc 11.24; At 1.4,5).

(9) O batismo no Espírito Santo permanece na vida do crente mediante a oração (4.31), o testemunho (4.31, 33), a adoração no Espírito (Ef 5.18,19) e uma vida santificada (ver Ef 5.18 notas). Por mais poderosa que seja a experiência inicial do batismo no Espírito Santo sobre o crente, se ela não for expressa numa vida de oração, de testemunho e de santidade, logo se tornará numa glória desvanecente.

(10) O batismo no Espírito Santo ocorre uma só vez na vida do crente e move-o à consagração à obra de Deus, para, assim, testemunhar com poder e retidão. A Bíblia fala de renovações posteriores ao batismo inicial do Espírito Santo (ver 4.31 nota; cf. 2.4; 4.8, 31; 13.9; Ef 5.18). O batismo no Espírito, portanto, conduz o crente a um relacionamento com o Espírito, que deve ser renovado (4.31) e conservado (Ef 5.18).

Texto: Extraído da Bíblia de Estudo Pentecostal

Vídeo 1 - Pr. Marco Feliciano

Vídeo 2 - Fernando Brum - Ministração 



CREIA NO PODER SOBRENATURAL DO ESÍRITO SANTO.

Abaixo, vou listar alguns vídeos abençoados. Vejamos.




Vídeo 3 - MISTÉRIOS DE DEUS 1 

Vídeo 4 - MISTÉRIOS DE DEUS 2
 

Vídeo 5 - MISTÉRIOS DE DEUS 3 

Vídeo 6 - MISTÉRIOS DE DEUS 4 



PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO

Agora, vou abordar um assunto muito sério nesta postagem. Algo que a Igreja do Senhor precisa, de fato, conhecer e zelar pelo o que está ao nosso favor. 

Em I Tessalonicenses 5.19, Apóstolo Paulo, iluminado pelo Espírito Santo, diz: 
"NÃO EXTINGAIS O ESPÍRITO" (extinguir = apagar, aniquilar) 

De que forma podemos apagar o Espírito Santo de nossas vidas?
Respondo: Pecando contra Ele!

Desta maneira, nos faz necessário saber, quais os pecados contra o Espírito Santo.
Tenho visto que muitos cristãos são leigos quanto a esse assunto e mau sabem que podem extinguir o Espírito Santo de suas vidas. Talvez, até, já extinguiram !

Os pecados 
Os pecados contra o Espírito consistem em palavras, atitudes e atos. 
As palavras: São as afrontas verbais e as blasfêmias. 
As atitudes e os atos: constam da resistência ao Espírito. Contudo, a resistência ao Espírito é o pecado inicial que se comete contra o Consolador. Uma vez cometida esta ofensa, as demais parecerão de menos importância, visto que o coração do ofensor, considerará o pecado algo comum.
RESISTÊNCIA AO ESPÍRITO ?
 
Em Atos 7.51, temos o diácono Estevão discursando aos judeus ortodoxos “Homens de dura cerviz e incircuncisos de ouvido e coração, vós sempre resistis ao Espírito Santo". 
O que é resistir?
 É recusar, impedir, endurecer o coração, limitar de forma consciente a vontade divina transmitida pelo Espírito Santo. 
Você tem resistido? 
Cuidado, pois o Espírito Santo pode se voltar contra ti. (Is63.10) "Contudo eles foram rebeldes, e resistiram ao Espírito Santo. Pelo que lhes tornou em inimigo, ele mesmo pelejou contra eles.

O AGRAVO OU DEBOCHE CONTRA O ESPÍRITO 
Por incrível que pareça, conheço muitos irmãos que
 debocham das línguas estranhas e não acreditam nos dons, sinais e maravilhas. Quando assisto uma cena dessas, nada me resta do que achar esse irmão um "pobre coitado". Ao ler Hebreus 10.29, você concordará comigo:"De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus e tiver por profano o sangue da aliança com o qual foi santificado e agravar (ultrajar, debochar) o Espírito da Graça"

A BLASFÊMIA O que é isso? Em Mt 12.24 Jesus libertou um possesso por demônios e tão logo os fariseus alegaram que Ele operara tal milagre pelo poder dos demônios. 
Contra esse pecado 
NÃO HÁ PERDÃO (Mt12.31-32). Esse pecado é a consequência dos demais aqui citados. Portanto a blasfêmia contra o Espírito Santo é imperdoável, pois é Ele o que nos convence do Pecado, da Juízo e da Justiça, e que de intercede por nós.

É impensável vivermos o Pentecostalismo sem o Espírito Santo. Não podemos cometer nenhum agravo contra Ele. Se fracassarmos, poderemos comprometer, fatalmente, o nosso destino eterno.


Texto: 
Bibliografia: Antonio Gilberto, Verdades Pentecostais.
a serviço do Rei Jesus.


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